16 fevereiro 2009
05 fevereiro 2009
01 fevereiro 2009
Mudança...
A vida está em constante mudança. Cada dia se ganha algo de novo, ou se perde um bocadinho do que éramos antes. Nada é estático, ou um bem adquirido. Nada dura para sempre. E a juventude nem sempre é uma estrada para a maturidade, velhice. Às vezes é interrompida de uma forma abrupta e quase inexplicável. Dizer para se viver o dia de hoje como se amanha já cá não estivéssemos é tão efémero como a vida em si. Pelo menos digo que apreciem cada momento como se fosse realmente importante e único.
Atrevam-se. Arrisquem. Mudem. Ou atentem às vossas pequenas mudanças diárias.
Como tal, resolvi lavar a cara ao blog. Para celebrar a mudança. A constante dinâmica do Mundo.
Atrevam-se. Arrisquem. Mudem. Ou atentem às vossas pequenas mudanças diárias.
Como tal, resolvi lavar a cara ao blog. Para celebrar a mudança. A constante dinâmica do Mundo.
21 janeiro 2009
As minhas 23 "Primaveras"...
Completei, muito recentemente, as minhas 23 Primaveras.
Sinceramente nunca percebi muito bem o facto de se dizer "primaveras", no meu caso concreto deveria chamar-lhe antes Invernos. Visto ter nascido nesta estação.
Calculo que a escolha da estação seja devido à sua amenidade, não demasiado quente como o Verão, nem demasiado frio como o pico do Inverno, nem triste e pesada como o Outono.
Acho que,na cabeça de alguns, idilicamente, a vida devia ser como a Primavera, amena. No entanto não sei se consigo concordar com isto para a minha vida. Gosto da Primavera e dos seus dias mornos de sol com flores e cheiros. Mas preciso do Inverno e da chuva e da trovada. Bem como de uma fogueira a arder-me no peito e de sentir o queimar do Verão. E do silêncio, da nostalgia, da solidão e da chávena de chá do Outono.
Gosto de viver todos estes estados, de ter dias com todas as estações. E gosto de viver apaixonadamente por todos eles.
Portanto, vou dizer que completei mais um ano. De Invernos, Verões, Primaveras e Outonos.
Este ano foi diferente. Diferente de todas as outras celebrações do meu nascimento. Foi atípico, mas muito bom.
Como prenda, recebi um caderno, de paginas amareladas e algumas citações de Fernando Pessoa.E com este objecto estranho "veio" um desafio. Costumo gostar de desafios, mas este ia, ou vai, muito mais alem de qualquer um que me tivesse sido proposto antes. TODOS os dias tenho que escrever uma coisa boa no caderno que se tenha passado.No primeiro segundo achei a ideia engraçada, mas a seguir pensei nos dias em que nada corre bem, ou os dias em que não corre nada. Mas já tinha dado o meu "sim" e não podia voltar atrás.
Não sei onde este jogo me irá levar, mas julgo que vou começar a olhar para as coisas muito pequeninas de outra forma.
Obrigado pelo desafio. Vou tentar leva-lo até ao fim.
Sinceramente nunca percebi muito bem o facto de se dizer "primaveras", no meu caso concreto deveria chamar-lhe antes Invernos. Visto ter nascido nesta estação.
Calculo que a escolha da estação seja devido à sua amenidade, não demasiado quente como o Verão, nem demasiado frio como o pico do Inverno, nem triste e pesada como o Outono.
Acho que,na cabeça de alguns, idilicamente, a vida devia ser como a Primavera, amena. No entanto não sei se consigo concordar com isto para a minha vida. Gosto da Primavera e dos seus dias mornos de sol com flores e cheiros. Mas preciso do Inverno e da chuva e da trovada. Bem como de uma fogueira a arder-me no peito e de sentir o queimar do Verão. E do silêncio, da nostalgia, da solidão e da chávena de chá do Outono.
Gosto de viver todos estes estados, de ter dias com todas as estações. E gosto de viver apaixonadamente por todos eles.
Portanto, vou dizer que completei mais um ano. De Invernos, Verões, Primaveras e Outonos.
Este ano foi diferente. Diferente de todas as outras celebrações do meu nascimento. Foi atípico, mas muito bom.
Como prenda, recebi um caderno, de paginas amareladas e algumas citações de Fernando Pessoa.E com este objecto estranho "veio" um desafio. Costumo gostar de desafios, mas este ia, ou vai, muito mais alem de qualquer um que me tivesse sido proposto antes. TODOS os dias tenho que escrever uma coisa boa no caderno que se tenha passado.No primeiro segundo achei a ideia engraçada, mas a seguir pensei nos dias em que nada corre bem, ou os dias em que não corre nada. Mas já tinha dado o meu "sim" e não podia voltar atrás.
Não sei onde este jogo me irá levar, mas julgo que vou começar a olhar para as coisas muito pequeninas de outra forma.
Obrigado pelo desafio. Vou tentar leva-lo até ao fim.
18 janeiro 2009
Um Abraço para Ti,Mor.

Brincámos. Especulámos. Rimos. Stressámos. Sonhámos. Divagámos. Inventámos estórias. Viajámos. Esperámos. Sentimos. Ansiámos.
Mas finalmente chegou o grande dia. E tu de mochila às costas e mala pela mão, despediste-te com o teu olhar de menina e sorriso expectante. Seguiste na maior aventura da tua vida, para um mundo desconhecido, longe de tudo.
Para trás ficaram os amigos a família e conforto do lar.
Chorei ao ver-te partir, mas sei que vais ficar bem, que vais viver,que vais crescer, e vais voltar ainda mais espectacular do que já és.
E eu vou estar à tua espera com estes dois braços que não vão chegar para te dar todos os abraços que te vou querer dar....
'Tás TANLONGE, mas TANPERTO princesinha.
Adoro-te. Sê feliz.
E lembra-te há sempre torradinhas para o meio da noite.
__________________________________________________________________________________
São dois braços, são dois braços
servem pra dar um abraço
assim como quarto braços
servem para dar dois abraços
E assim por aí fora
até que quando for a hora
vão ser tantos os abraços
que não vão chegar os braços
Vão ser tantos os abraços
que não vão chegar os braços
prós abraços
Sergio Godinho canta com Os Amigos do Gaspar.
09 janeiro 2009
19 novembro 2008
Portugal. A crise. E o Natal.
Todos sabemos que neste nosso cantinho à beira mal plantado é muito fácil passar "de besta a bestial". Também é do conhecimento geral que somos um povo que gosta de se lamentar, tem um gostinho morbido pela tragédia,alheia ou generalizada. Há uma desgraça e é só abrir os jornais ou ligar a tv passado dois meses que o assunto continua na ordem do dia.
Neste momento fala-se de crise, os bancos estão em crise, os empregos estão em crise,os professores estão em crise, o sector alimentar está em crise, todos estamos em crise. E mesmo daqui a dois anos quando a crise passar, vão-nos lembrar que há dois anos, "ai que parece que ainda foi onte", estávamos em crise!
Acho que já toda a gente percebeu a ideia. (Aos que não perceberam sugiro que olhem para dentro do vosso porta-moedas)
Estamos, portanto, em recessão, a palavra de ordem é: "Apertar o cinto."
Ou seja, vamos ser um bocadinho mais poupadinhos. Não apertar o acessório de toillet propriamente dito, que coitado, não tem culpa nenhuma.
Só que, se por um lado somos um povo que se lamenta, também somos um povo que o que gosta é de festa. E em todas a montras já se vêm alusões ao "velhote das barbas brancas", e dizeres como "O Natal está a chegar". Que é assim como quem diz, vem aí(...) a época do amor e da paz, da confraternização, da solidariedade..... Tão bonita que é a quadra natalícia! Errrr.... Desculpem, sonhei por uns momentos! Como eu ia a dizer. Que é como quem diz chegou a época do consumismo, da corrida para as lojas, das prendinhas, dos hipermercados cheios de gente,das horas perdidas e, claro está, da hipocrisia.
Então e a crise? Já se foi embora?
"Então Maria como vai a vida?"
"Ai Josefa vai muito dificil, isto da crise está-me a pôr os nervos há flor da pele, veja lá que há dias em que tenho que dar voltas e voltas no supermercado para encontrar a coisinha mais barata para comer, veja lá, para comer...."
"Pois é,e agora o Natal já vem aí..."
"Aiiii o Natal, nem me diga nada, gosto tanto do Natal, ja comprei as minhas prendas todas. Pó marido, pó meu filhos. po meu netinhos, pá menina da padaria, que é uma joía de moça...."
"Ah, mas então e a crise...?"
"Ah, qual crise, é Natal! Olhe tira-se um bocadinho à boca...."
E assim já se pode apertar o cinto, literalmente.
Oh Oh Oh

Ah, para quem não sabe o natal é só daqui a um mês.
Neste momento fala-se de crise, os bancos estão em crise, os empregos estão em crise,os professores estão em crise, o sector alimentar está em crise, todos estamos em crise. E mesmo daqui a dois anos quando a crise passar, vão-nos lembrar que há dois anos, "ai que parece que ainda foi onte", estávamos em crise!
Acho que já toda a gente percebeu a ideia. (Aos que não perceberam sugiro que olhem para dentro do vosso porta-moedas)
Estamos, portanto, em recessão, a palavra de ordem é: "Apertar o cinto."
Ou seja, vamos ser um bocadinho mais poupadinhos. Não apertar o acessório de toillet propriamente dito, que coitado, não tem culpa nenhuma.
Só que, se por um lado somos um povo que se lamenta, também somos um povo que o que gosta é de festa. E em todas a montras já se vêm alusões ao "velhote das barbas brancas", e dizeres como "O Natal está a chegar". Que é assim como quem diz, vem aí(...) a época do amor e da paz, da confraternização, da solidariedade..... Tão bonita que é a quadra natalícia! Errrr.... Desculpem, sonhei por uns momentos! Como eu ia a dizer. Que é como quem diz chegou a época do consumismo, da corrida para as lojas, das prendinhas, dos hipermercados cheios de gente,das horas perdidas e, claro está, da hipocrisia.
Então e a crise? Já se foi embora?
"Então Maria como vai a vida?"
"Ai Josefa vai muito dificil, isto da crise está-me a pôr os nervos há flor da pele, veja lá que há dias em que tenho que dar voltas e voltas no supermercado para encontrar a coisinha mais barata para comer, veja lá, para comer...."
"Pois é,e agora o Natal já vem aí..."
"Aiiii o Natal, nem me diga nada, gosto tanto do Natal, ja comprei as minhas prendas todas. Pó marido, pó meu filhos. po meu netinhos, pá menina da padaria, que é uma joía de moça...."
"Ah, mas então e a crise...?"
"Ah, qual crise, é Natal! Olhe tira-se um bocadinho à boca...."
E assim já se pode apertar o cinto, literalmente.
Oh Oh Oh

Ah, para quem não sabe o natal é só daqui a um mês.
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